Reserva de unidades
A reserva deixa de ser um recado no grupo e vira um estado do sistema.
Quando reservar é mandar mensagem para alguém marcar numa planilha, a unidade fica presa por tempo indeterminado e ninguém sabe de quem ela é. Aqui a reserva trava a unidade no ato, tem prazo, dono e um caminho de aprovação — e volta para o estoque sozinha quando vence.
O que é uma reserva de unidade — e por que ela precisa de estado.
Reservar uma unidade é retirá-la temporariamente da oferta enquanto uma negociação avança. O problema não é o conceito: é que, na operação típica, a reserva não é um estado — é uma combinação verbal. Alguém pede, alguém anota, e a unidade fica indisponível até que alguém lembre de liberar.
Na Vizyro a reserva é uma entidade com ciclo de vida próprio: nasce travando a unidade, passa por comprovação e aprovação quando a política exige, ganha um prazo comercial e termina em venda confirmada, recusa, liberação ou expiração. Cada passagem fica registrada.
O ciclo da reserva
Da trava imediata até a venda confirmada.
1 · Trava imediata
A reserva começa com uma retenção curta, de minutos, que existe para uma coisa só: impedir que duas pessoas reservem a mesma unidade no mesmo instante. É a trava anti-corrida.
2 · Comprovação, quando a política pede
Se o processo da empresa exige comprovante, a reserva fica aguardando o envio — e o comprovante é revisado por quem tem autorização para isso, dentro do próprio fluxo.
3 · Aprovação de quem pode aprovar
Quando há aprovação, a reserva aguarda a decisão de um aprovador autorizado. Aprovar e recusar são ações registradas, não uma resposta no WhatsApp que ninguém acha depois.
4 · Prazo comercial em vigor
Aprovada, a unidade entra no prazo comercial — contado em dias — durante o qual a negociação acontece. O prazo é definido pela política da empresa, não por um valor global igual para todo mundo.
5 · Prorrogação com decisão
Precisou de mais tempo? Existe pedido de prorrogação, e alguém decide sobre ele. A extensão é uma exceção registrada, não um prazo que escorrega silenciosamente.
6 · Venda, liberação ou expiração
A reserva termina de um jeito explícito: vira venda confirmada e a unidade passa a vendida; é recusada ou liberada e a unidade volta ao estoque; ou o prazo vence e ela é liberada sozinha. Unidade não fica presa porque alguém esqueceu.
O que impede a reserva de virar bagunça.
Nunca existe meia-reserva
Reserva de mais de uma unidade é atômica: ou todas travam, ou nenhuma trava. Se uma das unidades já estiver indisponível, a operação inteira é recusada — e o estoque não fica num estado intermediário que ninguém sabe interpretar.
A origem é decidida pelo servidor
Se a reserva veio do cliente pelo aplicativo, de um corretor pelo portal ou da gestão da empresa, isso é derivado no servidor a partir do contexto — nunca informado por quem chama. É o mesmo princípio da atribuição do Smart Link: dado que decide responsabilidade não pode ser editável por quem tem interesse nele.
A política tem escopo, não é global
Prazo, valor e exigência de cobrança são resolvidos em cascata: a regra da unidade vence a do empreendimento, que vence a da empresa. Uma incorporadora com três lançamentos diferentes não precisa da mesma regra nos três.
O corretor certo é avisado
Quem trabalhou o cliente é quem aparece como responsável pela reserva — reaproveitando o mesmo critério que o CRM já usa para dizer de quem é o lead, em vez de criar uma segunda regra de posse que discorda da primeira.
Onde a reserva encosta no resto da operação.
A unidade reservada aparece reservada no mapa de vendas do empreendimento — o mesmo estoque publicado que o time e o cliente enxergam. E o interesse que levou àquela reserva costuma ter começado num link: o que o cliente viu antes de decidir.
O estoque muda na hora
A unidade reservada aparece como reservada no mapa de vendas do empreendimento — para o time e para quem estiver navegando. A escassez que o cliente vê é a escassez real.
O cliente é o mesmo do CRM
A reserva é ligada a um contato do CRM, não a um nome digitado de novo. Quem já era lead continua sendo a mesma pessoa, com o histórico junto.
O cliente acompanha pelo aplicativo
As reservas do comprador ficam visíveis para ele no aplicativo — ele não depende de perguntar ao corretor em que pé está.
O que a reserva não faz
Os limites, ditos antes da reunião.
Cobrar na reserva é opcional — e vem desligado
O padrão é a reserva que trava a unidade sem cobrar nada. A cobrança é uma decisão da empresa, habilitada caso a caso; nas operações em produção hoje ela está desligada. Se a sua operação precisa de sinal na reserva, isso é configuração — não é o comportamento automático.
Reserva não é contrato
A reserva retira a unidade da oferta por um prazo e organiza a negociação. Ela não substitui proposta, contrato ou assinatura — e não deve ser vendida ao comprador como garantia definitiva.
Uma unidade fora da regra de cobrança continua reservável
Não existe unidade "não reservável" por causa de política de cobrança: quando a cobrança não se aplica, a reserva acontece do mesmo jeito, apenas sem valor associado.
Perguntas frequentes sobre reserva de unidades
O que acontece com a unidade quando alguém reserva?
Ela é retirada da oferta na hora. A reserva começa com uma retenção curta, de minutos, que impede duas pessoas de reservarem a mesma unidade ao mesmo tempo; em seguida a reserva segue o fluxo da empresa — comprovação e aprovação, quando exigidas — e passa a valer por um prazo comercial contado em dias.
A reserva expira sozinha?
Sim. Vencido o prazo, a reserva é encerrada e as unidades voltam ao estoque automaticamente. É o que evita o problema mais comum da reserva por planilha: a unidade que fica presa por semanas porque ninguém lembrou de liberar.
Preciso cobrar um valor para reservar?
Não. O padrão é a reserva que trava a unidade sem cobrança. Cobrar na reserva é uma decisão da empresa, habilitada caso a caso — hoje as operações em produção estão sem cobrança. Quando a cobrança não se aplica, a unidade continua reservável do mesmo jeito, apenas sem valor associado.
Dá para ter prazos diferentes por empreendimento?
Sim. A política de reserva tem escopo em cascata: a regra definida para a unidade vence a do empreendimento, que vence a regra padrão da empresa. Uma incorporadora com lançamentos de perfis diferentes não precisa usar o mesmo prazo nos três.
Quem aprova uma reserva?
Quem tem autorização para aprovar dentro da empresa. Aprovar, recusar e decidir sobre um pedido de prorrogação são ações registradas no próprio fluxo, com histórico — não uma combinação verbal que depois ninguém consegue reconstituir.
É possível reservar mais de uma unidade de uma vez?
Sim, e a operação é atômica: ou todas as unidades travam, ou nenhuma trava. Se uma delas já estiver indisponível, o pedido inteiro é recusado — o estoque nunca fica num estado parcial.
A reserva substitui a proposta ou o contrato?
Não. Ela retira a unidade da oferta por um prazo determinado e organiza a negociação enquanto ela avança. Proposta, contrato e assinatura são etapas próprias, e a reserva não deve ser apresentada ao comprador como garantia definitiva de compra.
O comprador consegue acompanhar a reserva dele?
Sim, as reservas ficam visíveis para o comprador no aplicativo Vizyro. Ele não depende de perguntar ao corretor em que pé está o processo.
Quer ver a reserva rodando no seu empreendimento?
A configuração de prazo, aprovação e cobrança é feita por operação — e a melhor forma de decidir a sua é ver o fluxo funcionando com as suas unidades.
